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  • Marco Barki Algranti

Indicadores para Células/Pequenos Grupos

Toda organização que deseja acompanhar seus resultados sabe que o melhor caminho passa pelo uso dos indicadores.

Mas, afinal, o que é um indicador? Genericamente, é um elemento que sinaliza e/ou denota alguma informação.

Segundo a FNQ (Fundação Nacional para a Qualidade), trata-se de “uma informação quantitativa ou qualitativa, que expressa o desempenho de um processo, em termos de eficiência, eficácia ou nível de satisfação e que, em geral, permite acompanhar sua evolução ao longo do tempo e compará-lo com outras organizações. Exemplos: lucratividade, rentabilidade, inadimplência, absenteísmo, produtividade, entre outros”.

Os indicadores podem ser Quantitativos ou Qualitativos: o primeiro expressa medida de quantidade, tal como o produto interno bruto. O segundo, de natureza subjetiva e não-quantificável, pode ser obtido através de entrevistas e pesquisas.

Um sistema de indicadores, fundamentado em uma análise complementar e relacional, auxilia na compreensão do desempenho de uma organização.

Sendo assim, percebe-se que a sua utilização não mais se restringe ao meio secular, até mesmo as igrejas estão descobrindo a importância deste instrumento. Um exemplo interessante é o que acontece no acompanhamento dos Pequenos Grupos.

Vou citar aqui três indicadores muito utilizados pelas igrejas, dada a relevância da informação que neles reside:


Indicador 1 – Percentual de visitantes que se tornou participante efetivo de um Pequeno Grupo.

Indicador 2 – Total de visitantes de um Pequeno Grupo, por período*.

Indicador 3 – Total de pessoas que se converteram, a partir da participação em um Pequeno Grupo, por período*.


*Período definido a critério da igreja.


Analisando de forma global estes três indicadores, percebemos que a informação por eles gerada aponta para o “desempenho” evangelístico dos Pequenos Grupos, uma vez que um dos maiores objetivos desta “estratégia” é ganhar vidas para Jesus. Cabe ressaltar que há outros indicadores aplicáveis a Pequenos Grupos, estes são alguns dos mais conhecidos e são aqui utilizados para fins didáticos.

Por outro lado, voltando ao exemplo acima, veja quanta informação valiosa consegue-se extrair de apenas três indicadores, não é verdade? De nada adianta criar diversos indicadores e não conseguir mantê-los atualizados. Ou criar indicadores sem relevância. Quando se trata de indicadores, mantenha o foco na qualidade, não na quantidade.

Alguns cuidados devem ser tomados na construção dos indicadores. É necessário compreender que os indicadores estão associados a metas/objetivos. Desta forma, é fundamental que sejam simples, específicos, mensuráveis, confiáveis, alcançáveis (realizáveis), relevantes e que possuam “referência temporal” (prazos definidos à sua consecução).

Vamos continuar falando sobre indicadores nos próximos posts, com foco na gestão eclesiástica (indicadores financeiros, de EBD, membresia etc.).

Se a sua igreja tiver interesse especial em algum tipo de indicador, deixe seu comentário!

Até a próxima!

*Marco Barki Algranti é engenheiro eletrônico, analista de sistemas e especialista em gestão eclesiástica. Sócio proprietário da Wisys desde 2001.

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